sábado, 29 de dezembro de 2012

Ano Novo!



Sei que você não viu minha mensagem de Feliz Natal na sua caixa de correios. Sequer no seu email ou redes sociais. Mas eu desejei, pode estar certo, um Natal abençoado, de paz e alegria para você e sua família! E isso eu tenho certeza que você recebeu!


E, para o ano que se aproxima, eu desejo – e escrevo aqui, com todas as letras – que você saiba qual é o seu caminho verdadeiro. E tenha forças para caminhar a cada momento, de cada novo dia. Que não tenha medo de trocar de direção, se sentir claramente (ou não) dentro do coração que deve fazer isso – afinal, a gente pode se enganar vez por outra. E que tenha sabedoria para deixar as emoções brotarem em você e fluírem pelo tempo necessário. Porque isso, em vez de nos deixar fracos, fortalece a alma. Enfim, o meu desejo é que você olhe o ano que começa como um ano totalmente novo, cheio de possibilidades para ser feliz. E que faça a sua parte para que isso aconteça.  

Feliz Ano Novo!



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Desabafo!

Confesso que ando meio cansada de ouvir pessoas repetindo, sem conhecimento, que os servidores públicos são a causa das “desgraças deste país” ou referindo-se aos servidores como gente incompetente e acomodada, com altos salários e pouco trabalho, que não teriam condições de enfrentar o mercado privado.

Quem me conhece sabe que procuro expor minhas posições com clareza, e, sempre que possível, de forma educada e elegante.  Mas há momentos em que a indignação transborda e engole a serenidade que busco manter a tanto custo.

Será que essas pessoas gostariam de viver sem os Correios, o Banco do Brasil, a Petrobras? Como acham que funcionam os tribunais? Ou o Ministério Público, que tanto tem contribuído com a democracia? Acham bobagens as investigações da Polícia Federal, policiais rodoviários nas estradas? Será que o meio ambiente realmente não precisa da atuação do IBAMA nem do Instituto Chico Mendes? Também não são necessários os auditores do INSS? Nem fiscais do trabalho? Também a arrecadação de tributos não carece de fiscalização – paga quem quer, mesmo isso significando uma injustiça tanto para aquele que paga corretamente quanto para os cidadãos que precisam dos serviços públicos? Não precisamos de saúde nem educação pública? Será que essas pessoas têm noção da diversidade de atividades que envolve a administração pública ou ainda permanecem com a ideia mais do que ultrapassada de que servidor público é sinônimo de trabalho burocrático? E seria melhor que cada prefeito, governador ou presidente eleito escolhesse os funcionários entre seus mais leais amigos e indicados? Além disso, de que forma pensam que ficariam os serviços prestados sem a continuidade garantida pelos servidores estáveis, que zelam pelo cumprimento da legislação? Será que retornarmos ao tempo do “quem indica” seria mais democrático? É tão difícil assim perceber que não são os servidores concursados que incham a administração pública (porque são esses os que "carregam o piano"), mas os de livre nomeação, que podem ser preenchidos por indicação? Quem será mais sujeito à fraude e à corrupção, um servidor que conquistou o cargo por mérito ou aquele que ali está por um breve período de tempo e que sairá com a mudança de governo? Quem pode colocar algum freio nos casos de políticos inexperientes ou inescrupulosos, que desejam fazer sua história em 4 ou 8 anos, muitas vezes sem conhecimento da estrutura ou pautados por interesses espúrios que não servem ao cidadão? 

E qual é o demérito em se buscar um bom salário, se o candidato está assumindo o ônus de se qualificar para isso? Essas pessoas já pararam para pensar quanto custaria à administração preparar servidores com a quantidade, diversidade e profundidade de conhecimentos necessários ao exercício da função? Já tiveram a curiosidade de buscar saber quantas disciplinas são cobradas nesses concursos? Já pensaram o quanto utilizam – sem perceber - os serviços desses servidores a quem tanto criticam?

Há problemas? E onde não há? Certamente encontram-se mais servidores acomodados onde menos concursos recentes se fizeram. Há remanescentes do tempo em que não havia obrigatoriedade de que o cargo público fosse ocupado por meio de concurso e também dos primeiros concursos, ainda muito falhos e de fácil aprovação. 

Não é o que acontece hoje, quando somente pessoas muito bem preparadas conquistam as vagas. É preciso muita determinação e persistência para vencer todas as dificuldades do caminho e ter condições de tornar-se um servidor público. Com muita honra!




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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Concurso público recebe prêmio no Rio de Janeiro


A noite de terça-feira, 2 outubro 2012, foi  de festa para o concurso público. A cerimônia na Câmara Municipal foi belíssima - manteve a formalidade necessária, mas sem discursos enfadonhos – e o clima era de democracia e confraternização. 

Além da entrega das medalhas Pedro Ernesto para mim, William Douglas, Guerrinha, Ricardo Ferreira e Luiz Fernando Caldeira, foram homenageados alguns cursos preparatórios da cidade - Academia do Concurso, Curso Gabarito, Curso Guerra de Moraes, Canal dos Concursos e Concurso Virtual - e alguns professores do meio, reconhecidos por sua importância na preparação de tantos candidatos nessa difícil maratona: Cristina Luna, Alexandre Lugon, Benjamim César e Guerrinha.  A Folha Dirigida, principal veículo do segmento no Rio, também foi lembrada pela seriedade e competência com que mantém os candidatos informados. Na verdade, todos ali eram pessoas e instituições profundamente comprometidas com a defesa dos concursos públicos, sua seriedade e transparência.

A motivação do evento foi a lei 5.396/2012, de iniciativa do vereador dr. Jairinho, que estabelece regras para os concursos públicos no âmbito do município.

Como sabemos, ainda não há uma legislação clara sobre os concursos públicos, com a União estabelecendo regras gerais a serem seguidas por estados e municípios. Assim, permanece uma grave lacuna, que ofende um instituto obrigatório desde a Constituição de 88. Por isso, a lei 5.396/201 é de fundamental importância para levar segurança jurídica aos candidatos a concursos no âmbito do MRJ.

Para mim, foi uma noite de muita emoção. Estar ali na presença dos meus familiares, amigos e tantas pessoas que fazem parte da minha trajetória, desde os tempos de concurseira até hoje, foi indescritível. Olhar meus filhos crescidos, todos de terno, sentados no plenário da Câmara Municipal, fez com que eu pensasse na nossa caminhada e agradecesse a Deus, mais uma vez, por ter tido coragem de dar os passos necessários.

Confiram algumas fotos:

domingo, 14 de outubro de 2012

Feira




A 3ª Feira da Carreira Pública foi um sucesso! Há alguns vídeos interessantes de quem participou e reportagens que podem dar uma boa noção do que foi o evento, para quem não pode estar presente.

Eu tive a oportunidade de estar com muitos concurseiros e conversar um pouco, enquanto autografava os livros

A minha coluna no G1 do dia 03 de outubro foi sobre o tema. Veja aqui uma breve avaliação e sugestões para aproveitar da melhor forma as próximas que vierem.

Boa leitura!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Palestra!



Minha palestra na 3ª Feira da Carreira Pública (RJ) será no sábado (29 de setembro), às 15.30h.

A Feira é uma ótima oportunidade de buscar informações, orientações e conseguir excelentes descontos em cursos e materiais didáticos - para quem é ou pretende ser concurseiro.


Vou adorar encontrar você lá!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Medalha Pedro Ernesto


Olá, concurseiro!

No dia 2 de outubro (3ª feira próxima), terei a honra de receber a Medalha Pedro Ernesto, concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em razão do trabalho realizado na defesa e divulgação dos concursos públicos.

A cerimônia acontecerá às 18 horas, na Câmara, e também serão premiados outros nomes de relevante atuação no meio: William Douglas (juiz federal e autor de diversos livros), Guerrinha (professor renomado na área de direito no RJ e ex-presidente da ANPAC), Ricardo Ferreira (fiscal de rendas, autor de diversos livros de contabilidade e professor) e Luiz Fernando Caldeira (redator-chefe da Folha
Dirigida).

A motivação dessa premiação teve como fundamento a elaboração da Lei 5.396/2012, de autoria do vereador Dr. Jairinho, que cria regras para os concursos públicos no âmbito do município do Rio de Janeiro. O referido projeto contou com a colaboração de diversas personalidades do meio, inclusive com participação em audiência pública para que o tema fosse debatido.

Como bem sabem, eu acredito ferrenhamente no concurso público como forma de garantir a qualidade, transparência e modernização permanente da administração pública. Servidores concursados, que não são substituídos a cada troca política, mantêm a estabilidade das instituições. O outro lado da mesma moeda é que o concurso funciona como um meio democrático e justo de ascensão social. Mas, para isso, é preciso que existam regras claras e que os candidatos sejam protegidos em seu investimento.

Medalha de Mérito Pedro Ernesto

A Medalha de Mérito Pedro Ernesto foi criada através da Resolução nº 40, em 20 de outubro de 1980. Ela é a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional. Recebeu esse nome em reconhecimento ao trabalho do prefeito Pedro Ernesto, e por isso sua figura é estampada nas duas Medalhas que fazem parte do Conjunto. Uma presa ao colar, e a outra para ser colocada na lapela do lado direito do homenageado. Ambas são presas em uma fita de cores azul, vermelha e branca que são as cores da bandeira da cidade. (fonte: página da Câmara Municipal)

Pedro Ernesto

No início de 1933, Pedro Ernesto participou da fundação do Partido Autonomista do Distrito Federal, cujo principal ponto programático era a luta pela autonomia política da cidade do Rio de Janeiro, a capital da República. Sob sua liderança, o Partido Autonomista venceu as eleições para a Assembléia Nacional Constituinte, onde suas teses foram aprovadas. No ano seguinte, o partido obteria também uma
ampla vitória nas eleições para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, elegendo a maior bancada daquela Casa. Os vereadores autonomistas elegeram, então, Pedro Ernesto prefeito do Rio de Janeiro, tornando-se o primeiro governante eleito da história da cidade, ainda que de forma indireta.

Como interventor federal e, posteriormente como prefeito, marcou seu governo por uma atenção especial às áreas de saúde e educação. (fonte: CPDOC da FGV)

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Coluna da semana no G1: "Veja 10 passos para estudar para concursos públicos"

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Passos para a vitória!

Aqui está um be a bá dos concursos públicos, que pode ser consultado por qualquer concurseiro, de acordo com a situação do momento.

Na verdade, é um índice das principais colunas que escrevi para o G1(globo.com), nesses 2 anos (caramba!) em que sou colunista da página. São assuntos importantes, atemporais, e que vão ficando perdidos no meio de tantos temas. 

Para quem está começando agora, sugiro ler o item 1 em primeiro lugar. Assim que definir a área escolhida, há informações complementares nas colunas de orientações específicas para cada área. Em seguida, os itens 2 a 6 trazem informações essenciais para organizar a vida e otimizar o estudo.

Quem já é concurseiro também pode qualificar o estudo e aparar arestas a partir da leitura dos itens 2 a 6. 

Quem está com edital publicado precisa ler os itens 6 a 9, para garantir o melhor resultado na prova.

Isso, considerando quem está-se preparando com antecedência. Quem começou o projeto a partir de um edital, pode ir diretamente aos itens 2, 3, 5 a 9.

O item 10 é útil para todos, porque trata dos principais desafios.

A lista final "Entenda o mundo dos concursos" é também bastante interessante, porque conhecer as características do projeto ajuda o candidato a lidar melhor com as dificuldades, quando elas surgirem, e a usar melhor as oportunidades. 

Eu recomendo que você não leia tudo de uma vez, para não ficar cansativo e deixar de trazer proveito. As colunas podem ser lidas gradativamente, para funcionarem como lembretes e apoio para a sua maratona.

Bons estudos!



  8 - saiu o edital - o que fazer?

Orientações específicas por áreas/tipos de concurso:

 concursos municipais 


Entenda o mundo dos concursos

 concurso de a a (quase) z
 vantagens e riscos - como agir?

terça-feira, 31 de julho de 2012

Quanto você está disposto a investir no seu sucesso?


A cada ano, milhões de pessoas entram no mercado de concurso público, dispostas a tentar uma vaga. Elas desejam, realmente, conquistar segurança, bom salário e qualidade de vida. Mas, a cada ano, a grande maioria dessas pessoas desiste e retorna para a sua vida, porque consideram que é muito difícil atingir o sonho.

É nesse momento que se diferenciam os que vencem daqueles que apenas desejam. Porque o sucesso, em qualquer área, demanda esforço. E nos concursos públicos não é diferente.

Concurseiro de verdade sabe que é preciso dormir muito menos do que gostaria (mas não menos do que 6 horas, para não prejudicar a memória), abrir mão de quase todo lazer e convívio com família e amigos, estudar durante horas, frequentar aulas aos sábados (chova ou faça sol), não gastar tempo em facebook ou outras redes sociais (exceto se for para falar de matéria). A vida fica sem graça, só se fala e pensa em concurso. E, muitas vezes, ainda precisamos lidar com as cobranças da família, a chacota dos amigos, nossos medos e inseguranças. E o dinheiro curto, o concurso demora a sair ou sai antes do esperado, incluem disciplinas novas e a gente se vira pra dar conta de tudo da melhor forma até a prova. Ficamos cansados. Muito cansados. 

Mas, sabemos aonde queremos chegar. E vamos fazer o que for necessário para isso, custe o que custar, leve o tempo que levar, porque temos consciência de que o prêmio conquistado será usufruído pelo resto da vida. 

Você está disposto a isso?

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Links

● Coluna em vídeo da semana no G1: "É melhor focar em um só concurso ou investir em vários?
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